19/01/2026
Quando chega o frio, a pergunta repete-se em muitas
casas: qual é a melhor forma de aquecer a casa sem disparar os custos?
A resposta não é única, porque depende do tipo de imóvel, da localização e dos
hábitos de quem vive nele. Ainda assim, há princípios fundamentais que fazem
toda a diferença.
1. O isolamento é o primeiro passo
Antes de pensar em sistemas de aquecimento, é essencial
olhar para o isolamento.
Sem um bom isolamento térmico, o calor perde-se rapidamente por janelas,
paredes e coberturas, tornando qualquer solução menos eficiente.
Vidros duplos, caixilharias adequadas e isolamento em
paredes e tetos são investimentos que reduzem significativamente as
necessidades de aquecimento.
2. Bombas de calor e ar condicionado em modo
aquecimento
Atualmente, as bombas de calor e os sistemas de ar
condicionado com tecnologia inverter estão entre as soluções mais
eficientes do mercado.
Consomem menos energia para produzir calor e permitem manter uma temperatura
estável, sendo adequados para utilização diária.
Quando bem dimensionados, oferecem um bom equilíbrio
entre conforto e custos mensais.
3. Prepare o novo lar antes de entrar
Embora visualmente apelativas, as lareiras abertas são
pouco eficientes, pois grande parte do calor perde-se pela chaminé.
As salamandras, por outro lado, permitem um aproveitamento muito maior
do calor produzido e aquecem o espaço de forma mais eficaz e controlada.
4. Aquecedores elétricos: uso pontual
Os aquecedores elétricos tradicionais são úteis apenas
para aquecimento rápido e ocasional.
Utilizá-los como solução principal pode resultar em consumos elevados e custos
pouco sustentáveis a médio prazo.
A eficiência no aquecimento não depende apenas da
potência, mas sim da combinação certa entre isolamento, sistema adequado e
utilização consciente.
Casas bem preparadas mantêm o calor por mais tempo, oferecem mais conforto e
reduzem despesas energéticas.
Tomar decisões informadas é o primeiro passo para um
inverno mais confortável — e mais eficiente.